5ª Edição Forúm Futurália2020-03-16T10:47:35+00:00

5ª Edição Forúm Futurália

Tema: Sustentabilidade

Como (posso) construir um futuro mais sustentável?

O Fórum Futurália 2020 lança um novo desafio: alunos e professores, e demais partes interessadas, vão interpelar um conjunto de especialistas e agentes económicos e sociais, sobre o relevante tema da sustentabilidade: “Como (posso) construir um futuro sustentável? Parte-se do princípio que todos podem e devem ser protagonistas na construção de um futuro sustentável e que o conhecimento é o capital mais precioso.

Estas são questões substantivas que se colocam em face da necessidade de mudar de paradigma económico em domínios-chave, nomeadamente associados às implicações e desafios da transformação digital, a resposta às alterações climáticas e à degradação dos ecossistemas, as exigências da transição energética, assim como da mobilidade sustentável.

É certo que existe hoje um compromisso à escala global traduzido nos ODS – Objetivos do Desenvolvimento Sustentável. Estarão os países, as suas organizações e o(a)s cidadã(o)s a fazer esse “trabalho de casa” de forma inteligente e sustentável?

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Ao logo dos anos, as conferências organizadas pela futurália têm conseguido contribuir para melhorar a educação e educação em Portugal.

2019 | Qualificações e emprego: o que (vou) fazer no digital?2020-01-18T13:35:35+00:00

“Qualificações e emprego: o que (vou) fazer no digital?”

O Fórum “Futurália 2019” procurou responder a um conjunto de interrogações que atualmente se colocam com considerável pertinência e que porventura ganharão ainda maior acuidade no futuro próximo, por força dos desenvolvimentos subjacentes à nova vaga de inovações que perpassa toda a economia, em particular a vida empresarial, e de um modo geral, toda a sociedade.

Neste contexto, o Fórum Futurália 2019” pretendeu confrontar os desafios e oportunidades da digitalização generalizada da economia, vulgo indústria 4.0, com as exigências e necessidades que se colocam em matéria de gestão dos talentos, das qualificações e competências, de emprego e empregabilidade, de novas formas de trabalho, de novos métodos de ensino e aprendizagem, e de novas formas de organização das empresas.

Assim, os 3 painéis suscitaram um vasto conjunto de interrogações que foram debatidas

A revolução digital em curso altera o tempo e o modo como as pessoas e as organizações pensam, aprendem, trabalham, competem e cooperam, conferindo relevância acrescida ao posicionamento nas redes de conhecimento relacionadas com a educação, formação, ciência e tecnologia.  Sendo certo que a transformação digital generalizada é incontornável, não é menos verdade que apresenta um eixo de grande vulnerabilidade que é a cibersegurança, estando no topo das preocupações de todos (o que faz dessa área uma das mais dinâmicas na geração de emprego altamente qualificado nas próximas décadas).

Releva-se também a ampliação das capacidades humanas através da utilização de auxiliares em interação cognitiva (assistentes pessoais e sistemas peritos em atividades intensivas em conhecimento, onde se incluem também o “machine learning”, e o “deep learning”) associados aos avanços nos algoritmos e nos desenvolvimentos da “inteligência artificial”.  Emergem também formas cooperativas de interação entre humanos e robots. Aprender, trabalhar, inovar, competir e cooperar, requerem qualificações e competências mais elevadas, nomeadamente digitais “tech Skills” e “soft skills”, ou cada vez mais a combinação entre ambas, fazendo apelo a parcerias orientadas para a qualificação e o emprego, no âmbito das quais as competências possam ser valorizadas, promovidas e monitorizadas.

Os desafios relacionados com o trabalho e o emprego do futuro, com características interdisciplinares crescentes, associados aos novos recursos e funcionalidades decorrentes da atual geração de tecnologias digitais, colocam novas exigências e desafios à “escola”, confrontando-a com a sua compartimentação disciplinar, as suas grelhas curriculares, por vezes pouco permeáveis ao diálogo entre os saberes. Apesar disso, novas experiências curriculares e novas abordagens a nível do ensino e da aprendizagem estão a emergir e a afirmar-se, centrando a educação e a formação no aluno e no formando. Mobilizar os professores e formadores e, bem assim, os poderes e instituições públicas e privadas e sociais que a este propósito têm um papel catalisador importante. É este trabalho conjunto que permite superar gaps de “competências digitais” e de “métodos de ensino” na era da transformação digital.

ORADORES FORUM FUTURÁLIA

  • Eduardo Marçal Grilo
    Presidente do Conselho Estratégico da Futurália
  • André Rodrigues
    Cisco Portugal
  • António Manzoni
    AECOPS
  • Carla Morais
    Universidade do Porto
  • Etelberto Lopes da Costa
    Futurália
  • Eugénia Pires
    CoLABOR
  • Jorge Teixeira
    Escola Secundária Dr. Júlio Martins
  • José Manuel Félix Ribeiro
    Fundação Calouste Gulbenkian
  • Luís Miguel Pires
    INETE
  • MargaridaSegard
    Instituto de Soldadura e Qualidade
  • Mário Figueiredo
    Instituto Superior Técnico
  • Paula Ochoa
    Universidade Nova de Lisboa
  • Pedro Bem-Haja
    Universidade de Aveiro
  • Pedro Mendonça
    Centro Nacional de Cibersegurança
  • Reginaldo Rodrigues de Almeida
    Universidade Autónoma de Lisboa
  • Tomás Caeiro
    Fundador da City Check

2018 | FÓRUM FUTURÁLIA EDUCAÇÃO, PATRIMÓNIO E CONHECIMENTO2020-01-18T13:23:13+00:00

FÓRUM FUTURÁLIA EDUCAÇÃO, PATRIMÓNIO E CONHECIMENTO

Futurália é o maior acontecimento que se realiza anualmente em Portugal em matéria de oferta de educação/formação e também o que mobiliza mais jovens e demais partes interessadas – mais de 80 mil participantes em 2018 – provenientes de todo o país, tendo como palco a FIL-Feira Internacional de Lisboa. Neste contexto integra-se também o Fórum Futurália que visa antecipar tendências e marcar um posicionamento em matéria de conhecimento sobre temas centrais no campo da educação e formação ao longo da vida, emprego e juventude.

Em 2018, o Fórum Futurália teve lugar a  15 de março e,celebrando o “Ano Europeu do Património Cultural”, teve por tema central “Educação, património e conhecimento”. O património cultural nas suas diferentes valências é entendido como um ativo estratégico com uma cadeia de valor muito abrangente e da maior relevância económica, social e cultural para o país. E, no contexto da digitalização generalizada da economia, colocam-se novos desafios e novas oportunidades para valorizar esse património, em que a educação e o conhecimento terão um redobrado papel instrumental.

Na verdade, o Património Cultural abrange tudo o que a sociedade preserva e valoriza com o objetivo de garantir a afirmação da sua história e da sua cultura: património arquitetónico; produção intelectual; bens naturais; bens imateriais. Releva-se igualmente toda a produção e realizações associadas ao conhecimento, de natureza material e imaterial, configurando importantes ativos de base e estratégicos que afirmam e configuram trajetórias de sustentabilidade da economia e da sociedade no futuro.

Pretendeu-se assim celebrar o valor e a diversidade do património português no contexto europeu, no seu sentido mais global (material e imaterial – valores, memória; ambiente; arquitetura; tradições; ciência e tecnologia) como elemento mobilizador do debate e catalisador de uma nova atitude em consonância com os grandes desafios societais, sociais e económicos atuais. O Fórum foi complementado com uma iniciativa inédita denominada mostra FuturáliaCult.

Objetivos

  • Dinamizar um espaço de reflexão e de debate em sintonia com o Ano Europeu do Património Cultural, equacionando, neste contexto, os desafios da transformação digital da economia associados à Indústria 4.0;
  • Apresentar casos de referência relacionados com formas de expressão diversificadas e abrangentes do património cultural e com participação de agentes da educação;
  • Enfatizar a relevância estratégica da educação, do património cultural e do conhecimento para o desenvolvimento económico, social e cultural e para a afirmação do país no contexto europeu.

Participantes

  • Alexandre Quintanilha
    Presidente da Comissão Parlamentar de Educação e Ciência da Assembleia da República
  • Ana Paula Laborinho
    Diretora da Organização dos Estados Iberoamericanos para Educação, Ciência e Cultura
  • Arlindo Oliveira
    Presidente Instituto Superior Técnico
  • Augusto Mateus
    CEO de AM&A
  • Eduardo Marçal Grilo
    Presidente do Conselho Estratégico da Futurália
  • Félix Ribeiro
    Fundação Calouste Gulbenkian
  • Gonçalo Azevedo Silva
    Fundador da GAP Year Portugal
  • Guilherme d´Oliveira Martins
    Administrador da Fundação Calouste Gulbenkian
  • Leonel Moura
    Artista plástico
  • Miguel Castro Neto
    Subdiretor da NOVA IMS, Universidade Nova de Lisboa
  • Paulo Osório
    Administrador da Porto Réccua Vinhos, SA
  • Pedro Colaço
    Presidente e CEO da GuestCentric Systems

2018 | Encontro EPALE/ANQEP/Futurália2020-01-18T13:08:32+00:00

Encontro EPALE/ANQEP/Futurália 2018

Este encontro pretendeu assinalar a abertura em Portugal, da III Semana Europeia da Formação Profissional (de 5 a 9 de Novembro) –  associando a temática de discussão da EPALE (A educação de adultos e o desenvolvimento da carreira), num contexto inevitável de interligação da educação, do conhecimento e do património, reafirmado em 2018 a propósito das comemorações do Ano Europeu do Património Cultural e de novos desafios e oportunidades inerentes à emergência de uma nova era – indústria 4.0. | Ver cartaz

2017 | Fórum INDÚSTRIA 4.0 – Aprender, trabalhar e competir2020-01-18T14:16:16+00:00

Industria 4.0 – Aprender, trabalhar e competir

O Fórum Futurália 2020 e os parceiros do projeto SOLID – South Social Med, debateram a INDÚSTRIA 4.0, no que se refere às suas consequências e desafios em matéria de “educação e formação, emprego e juventude”, numa conferência internacional que se realizou no dia 31 de março de 2017, a qual foi antecedida de Workshops temáticos. “Aprender, trabalhar e competir” face aos desafios que a emergência da Indústria 4.0 coloca, exige uma reflexão profunda, de modo a antecipar os desafios e as oportunidades que se perspetivam a nível da Educação, do Emprego e da Juventude, face à abrangência e profundidade das mudanças de caráter tecnológico, económico e social que estão a emergir e que vão moldar os contornos da 4ª Revolução Industrial e a vida económica e social.

Está a emergir um novo paradigma sustentado na indústria 4.0 (ou 4ª revolução industrial) e na transição energética, com profundas implicações a nível tecnológico, económico e social, alterando profundamente, porventura de forma irreversível e por vezes dramática, o tempo e o modo como aprendemos, trabalhamos e competimos. São mudanças que se consubstanciam em sistemas de TI e sistemas de software inteligentes com custos de produção mais baixos, melhorando a produtividade; inteligência artificial, robótica altamente sofisticada, aprendizagem máquina e novas áreas de pesquisa como o deep learning; sistemas ciberfísicos que ligam o mundo virtual ao mundo das coisas, a Internet das Coisas (IoT); a impressão 3D e a produção aditiva; Big Data; transformam-se cadeias produtivas e logísticas; emergem novos modelos de negócios.

Qual será o impacto no emprego, e nas relações entre empregadores e trabalhadores, da digitalização generalizada da economia? Que profissões e setores serão afetados, de que maneira e em que período de tempo? Que novas qualificações serão necessárias? Como podem ser desenvolvidas novas oportunidades para os indivíduos pouco qualificados, os desempregados de longa duração, as pessoas com deficiência, os migrantes e os jovens desfavorecidos? Estão os sistemas de educação e formação ao longo da vida em condições de responder aos desafios e necessidades em matéria de qualificações e competências? Como é que os resultados do incremento da produtividade vão ser distribuídos? São estas e muitas outras questões que o Fórum Futurália 2020 vai debater. Vão estar envolvidos os atores do diálogo social, tendo em conta a sua capacidade de influenciar muitas das orientações e das políticas em matéria de educação e formação ao longo da vida, emprego e juventude, assim como estarão igualmente envolvidos os atores dos sistemas de educação, formação, ciência e tecnologia, as empresas e outras partes interessadas no tema.

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2017 | Encontro EPALE/ANQEP/Futurália2020-01-18T13:52:56+00:00

Encontro EPALE/ANQEP/Futurália 2017

A Agência Nacional para a Qualificação e o Ensino Profissional (ANQEP) e a Fundação AIP através de Lisboa , Feiras, Congressos e Eventos  promoveram, no dia 12 de Setembro de 2017, um evento dedicado aos desafios inerentes à literacia num mundo em mudança.

Neste contexto, foi celebrado o mês dedicado à literacia na Plataforma Eletrónica para a Educação de Adultos na Europa (EPALE) através de uma mesa redonda, envolvendo os embaixadores nacionais desta plataforma, subordinada ao tema “Literacia: ondes estamos e para onde caminhamos?”.

De seguida, foi apresentada a revista “Futurália 2020: Indústria 4.0: Aprender, Trabalhar e Competir” que resultou de uma iniciativa desenvolvida no Fórum Estratégico da Futurália, do qual a ANQEP faz parte.

A publicação explora as consequências da nova revolução industrial do ponto de vista da aprendizagem, do emprego e da cooperação, num mundo globalizado, marcado pela aceleração digital, pela robótica, pela nanotecnologia e pela Internet das coisas. É uma publicação que agrega reflexões em matérias como a da adequação das qualificações aos empregos do futuro, da revisão dos currículos, do reforço da aposta na aprendizagem ao longo da vida e da aproximação entre os domínios da educação, formação e emprego.

2015 | Competir na economia do conhecimento2020-01-18T14:32:47+00:00

Competir na economia do conhecimento

Durante a Futurália 2015 decorreu o fórum sobre o tema “Competir na economia do conhecimento” onde foi debatida e avaliada a importância e a oportunidade de internacionalização da oferta de educação e formação bem como de materiais, soluções e aplicações produzidas a nível nacional e/ou em parceria com entidades externas.

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