Visita de estudo aos Museus

museuCATEGORIA

Visita de estudo a Museu

Condições especiais mediante inscrição de visita de estudo à Futurália 2017

 

Local:

Museu Nacional de Arte Antiga

Largo 9 Abril

Lisboa

T +351 213 912 800

geral@mnaa.dgpc.pt

www.museudearteantiga.pt

www.facebook.com/mnaa.lisboa

 

HORÁRIO E PREÇOS

De terça-feira a domingo das 10h00-18h00

 

Marcação para o Serviço de Educação, através de telefone (213912800) ou e-mail(se@mnaa.dgpc.pt).

No âmbito da Futurália, os alunos em visita de estudo com marcação prévia e os professores em formação têm entrada gratuita.

 

Grupos escolares e formação de professores

Para alunos: visitas orientadas, visitas-jogo e oficinas

Para docentes: ações de formação, preparação de visitas, visitas orientadas e oficinas.

Temas curriculares ou transversais às várias áreas disciplinares: A Arte ao longo do tempo; Idade Média-Renascimento; Barroco; Descobrimentos; Estética; O Jogo do Retrato; Antigamente era assim…; Linha, cor, composição… espaço, luz, movimento; A contagem do tempo…

 

COMO CHEGAR

 

Rua das Janelas Verdes

Autocarros 713, 714, 727

Av. 24 de Julho

Autocarros 728, 732, 760

Elétricos 15E, 18E

Largo de Santos

Elétrico 25E

GPS

38.70451

-9.162278

 

SINOPSE:

O MUSEU NACIONAL DE ARTE ANTIGA

Criado em 1884, o Museu Nacional de Arte Antiga reúne a mais relevante coleção pública do País. Pintura, escultura, artes decorativas – portuguesas, europeias e da Expansão -, desde a Idade Média até ao século XIX, incluindo o maior número de obras classificadas como “tesouros nacionais”. Entre elas, destacam-se os Painéis de São Vicente, obra-prima da pintura europeia do século XV, a Custódia de Belém, de Gil Vicente, mandada lavrar por D. Manuel I e datada de 1506, os biombos Namban, final do século XVI, onde se regista a presença dos portugueses no Japão, as Tentações de Santo Antão, de Bosch, e importantes obras de Dürer, Memling, Rafael, Cranach, ou Piero della Francesca. Instalado no Palácio dos Condes de Alvor, em Santos, o MNAA e o seu jardim (com restaurante e esplanada) gozam de uma excecional vista sobre o Rio Tejo e o porto de Lisboa.

O Museu Nacional de Arte Antiga oferece um programa de atividades centrado nas coleções e nos conteúdos das exposições temporárias, procurando corresponder aos mais variados  interesses do público.

Através de uma atitude lúdica de descoberta, motivamos a observação e a reflexão, orientando e estimulando a participação individual.

 

 

 

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CATEGORIA

Visita de estudo a Museu

SOBRE ESTA INICIATIVA

Há mais de quatro décadas a preservar o Património Aeronáutico Nacional, o Museu do Ar, é hoje considerado como um dos vinte melhores Museus de Aviação do Mundo.

 

Local: MUSEU DO AR

 

PLANEAR A VISITA

Horário e Preços

– Aberto de 3ª feira a domingo
– Aberto das 10h00 – 17h00
– Durante a Futurália a entrada é gratuita para visitas de estudo.

Como chegar

Localização – Coordenadas GPS

38º 50′ 15.306” N -9º 20′ 32.7156” W

Planear itinerário

https://goo.gl/HHEgt5

Página do Museu do Ar – http://www.emfa.pt/www/po/musar/

 

SINOPSE:

Existem muitas formas para contar uma história. O sonho de voar acompanha o homem desde o início porque este é uma criança eterna que procura erguer-se constantemente.

Este sonho é uma bonita história que contamos no Museu do Ar através de uma exposição de aeronaves.

Assim, a visita dará a conhecer a história de voar procurando, simultaneamente, sensibilizar alunos e professores para o sonho perseguido de varrer o céu com frágeis asas, porque o próprio homem as construiu.

Vem voar connosco!

 

 

Museu Municipal de LouresCATEGORIA

Museu Municipal de Loures.

SOBRE ESTA INICIATIVA

Museu etnográfico e arqueológico instalado num convento franciscano arrábido do Sec. XVI com amplos espaços de ar livre, em Loures.

Possui duas salas de exposições, Capela, claustro e criptas, reservas visitáveis de mobiliário, transportes e alfaias agrícolas, um centro de documentação especializado em história local, loja, cafetaria com esplanada, parque de estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

Atualmente tem patentes duas exposições:

 

 

Loures. Narrativas de um Território

Um desafio para conhecer Loures, num percurso expositivo feito desde a pré-história até aos nossos dias.

Concebida a partir de cerca de trinta objetos pertencentes à coleção do museu, as narrativas de cada peça remetem para diferentes épocas e hábitos de vida, estabelecendo ligações ao passado, tanto recente como longínquo, e à construção das várias identidades que compõem o atual território de Loures.

 

Horários

Terça a domingo, das 10h às 13h e das 14h às 18h

Encerra às segundas e feriados

 

Contactos

Quinta do Conventinho

Estrada Nacional 8, Km 4,3

2660-346 Santo António dos Cavaleiros

Telf.: 211 150 660

dc@cm-loures.pt

se_conventinho@cm-loures.pt

 

 

Museu Vinho Bucelas_foto05_1000CATEGORIA

Museu do Vinho e da Vinha – Bucelas e Centro de Interpretação das Linhas de Torres

SOBRE ESTA INICIATIVA

Instalado num edifício cuja história está intimamente relacionada com a tradição vitivinícola local, apresenta dois espaços expositivos distintos: uma área de exposição permanente, onde o visitante fica a conhecer as principais fases de trabalho da vinha e os meios tradicionais de produção do vinho; e um mezanino reservado para exposições temporárias, cujo teor se desenvolve sempre em torno da temática do vinho e da história local.

Possui ainda uma loja e um centro de documentação especialmente vocacionado para a temática vinícola e para as Guerras Peninsulares, tem parque de estacionamento e é garantido acesso para pessoas com mobilidade reduzida.

No mesmo edifício encontra-se também, o CILT- Centro de Interpretação das Linhas de Torres, onde é possível conhecer e descobrir a importância das linhas defensivas na defesa da Capital, aquando das Guerras Peninsulares.

A partir do CILT podem conhecer algumas das fortificações das Linhas de Torres que ainda existem no território de Loures e estabelecer ligações para os Centros de Interpretação e fortificações militares dos outos concelhos que constituem a Rota Históricas das Linhas de Torres.
Exposição temporária, patente até 11 de setembro de 2016:

Um século à volta do vinho. Apontamentos sobre a demarcação do Bucellas”, patente até setembro de 2017. Trata-se de uma exposição que procura conhecer o contexto vitivinícola nacional de final de Oitocentos, que veio a abrir o caminho para a demarcação da região no início do séc. XX.

 

 

Horários

Terça a domingo, das 10h às 13h e das 14h às 18h

Encerra às segundas e feriados.

 

Contactos

Rua D. Afonso Henriques, 2 e 4 (EN 16)

2670-637 Bucelas

Telf.: 21 115 0669

Tlm.: 924 487 297

museu_vinho@cm-loures.pt

cilt@cm-loures.pt

 

Museu de Cerâmica de Sacavém Museu de CerâmicaCATEGORIA

Museu de Cerâmica de Sacavém

SOBRE ESTA INICIATIVA

O Museu de Cerâmica de Sacavém encontra-se instalado num edifício construído de raiz, nos antigos terrenos da Fábrica de Loiça de Sacavém. Desde a sua abertura, a 7 de julho de 2000, dedica-se ao estudo da história e da produção da Fábrica de Loiça de Sacavém e do património industrial do concelho de Loures.

Possui duas salas de exposições, oficinas, auditório, reservas visitáveis, um centro de documentação especializado, loja, estacionamento e acesso para pessoas com mobilidade reduzida.
Atualmente tem patente uma exposição:

 

Fábrica de Loiça de Sacavém. Para uma história da Faiança em Portugal

Trata-se de uma exposição que se debruça sobre a diversidade da produção cerâmica da Fábrica de Loiça de Sacavém, apresentando uma síntese da história daquela unidade fabril integrada no contexto industrial de Loures.

 

Horários

Terça a domingo, das 10h às 13h e das 14h às 18h

Encerra às segundas e feriados

 

Contactos

Urbanização Real Forte

2685 Sacavém

Telf.: 211 151 082 / 211 151 083

dc@cm-loures.pt

se_ceramica@cm-loures.pt

 

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Museu Anjos Teixeira

 

PLANEAR A VISITA:

Durante a Futurália a entrada é gratuita para visitas de estudo.

Email:  museu.ateixeira@cm-sintra.pt (reservas)

O Museu encontra-se instalado num imóvel construído nos inícios do século XX, para azenha, que, na Azinhaga da Sardinha, aproveitava outrora as águas do Rio do Porto. Mais tarde, esta foi transformada em serração de pedra, tendo sido, por fim, adquirida pela Câmara Municipal de Sintra, no intuito de lá instalar um depósito de viaturas municipais.

A 24 de Setembro de 1974, Mestre Pedro Augusto dos Anjos Teixeira (1908-1993) legou oficialmente à Edilidade Sintrense todo o seu espólio e, ainda, boa parte do de seu pai, Artur Gaspar dos Anjos Teixeira (1880-1935), ficando, deste modo, as obras de dois grandes Mestres Escultores contemporâneos, reunidas no mesmo espaço, o qual abre ao público apenas em 1976.

Desde esta data e até 1982, esteve em exibição a quase totalidade dos trabalhos escultóricos destes dois artistas cujas temáticas vão desde a anatomia humana e animal, até à fixação de costumes e de figuras populares, passando pelas esculturas religiosas, pelos retratos de personalidades e pelas conceções que exploram a vivência dos trabalhadores e as diversas profissões, altura em que a velha serração é fechada para obras de restauro, remodelação e ampliação integrais, de acordo com a escritura de doação de 1974, em que a Câmara de Sintra ficou obrigada à construção de dependências para uso privado do doador.

Neste contexto, passou o Mestre a residir no edifício, transformando-o numa Casa-Museu pública e num Atelier vivo, onde deu aulas de Escultura a jovens, entre 1977 e 1992.

Mais recentemente, o Museu sofreu obras de beneficiação no seu interior, tendo-se optado pela pintura de paredes e peanhas em tons mais claros, por forma a destrinçar o que é infraestrutural daquilo que está exposto, tendo-se, igualmente, procedido ao tabelamento de todas as peças expostas.

O visitante, ao percorrer as Salas deste espaço museológico, facilmente descobrirá os modelos e as maquetas de muitas das obras que engalanam e ornamentam as praças, as ruas, os edifícios, as instituições e as avenidas de Portugal, resultando isso numa mais-valia e numa maior proximidade entre o utente e as Coleções expostas (escultura, desenho, medalhística, pintura, correspondência e fotografia).

 

Ferreira de CastroCATEGORIA

Museu Ferreira de Castro

 

PLANEAR A VISITA:

Durante a Futurália a entrada é gratuita para visitas de estudo

Email:  museu.fcastro@cm-sintra.pt  (reservas)

Tendo Ferreira de Castro manifestado o desejo de que os seus restos mortais permanecessem em Sintra – como veio a suceder –, aceitou de bom grado a sugestão de «dois notáveis escritores, sintrense um, outro lisboeta, a quem a biblioteca da vila por nós amada prestava bons serviços para as suas pesquisas culturais», no sentido de que essa doação se fizesse. Trata-se de Francisco Costa, então diretor da Biblioteca Municipal, e Alexandre Cabral, que tinha na Camiliana de Sintra um apreciável acervo bibliográfico e documental para o desenvolvimento da sua investigação.

O primeiro mentor desta ideia terá sido, contudo, o então presidente da Câmara, António José Pereira Forjaz, que em carta de 10 de Abril de 1973, dirigida ao romancista, manifestava alvoroçadamente o seu júbilo, depois de verificada a conformidade da doação com as disposições legais. Seguidamente, Francisco Costa elaborou um parecer em que acentua a importância do espólio, sendo o texto da doação lido em voz alta por Pereira Forjaz na reunião de Câmara de 18 de Abril desse ano. Nesse mesmo dia, Forjaz daria ao autor de A Selva a notícia da aprovação por aclamação da «generosa, tão importante e valiosa doação.» Em consequência do trabalho da Comissão Instaladora, integrada entre outros, por Elena Muriel Ferreira de Castro, Alexandre Cabral, Álvaro Salema, Francisco Costa e José Alfredo da Costa Azevedo, o Museu abriu as suas portas em 6 de Junho de 1982. Encerrado para obras três anos mais tarde, reabriria em 22 de Julho de 1992, após remodelação dos conteúdos expositivos e de elaboração de um novo guia para o visitante.

Por ordem cronológica, é tratado o percurso vivencial do escritor, podendo ser apreciadas edições raras, manuscritos, objetos pessoais e ilustrações originais para as suas obras, entre outros objetos.

O Gabinete de Trabalho do escritor foi reconstituído de acordo com o que existia na sua casa de Lisboa. Para além dos objetos pessoais e de escrita, saliente-se os retratos da autoria de Eduardo Malta, Roberto Nobre e Stuart Carvalhais. O Museu exibe ainda telas e desenhos de Bernardo Marques, Cândido Portinari, Elena Muriel, Jorge Barradas e Júlio Pomar e escultura de António Duarte, Anjos Teixeira e Júlio de Sousa.

O espólio documental de Ferreira de Castro é constituído por mais de 20 mil documentos de epistolografia, periódicos, manuscritos, fotografias, estando acessível a investigadores.

Ferreira de Castro foi um dos escritores portugueses mais traduzidos. A Selva, o seu mais conhecido romance, foi publicado em todas as latitudes, havendo que juntar-se-lhe outras magníficas obras como Emigrantes, Eternidade, Terra Fria (Prémio Ricardo Malheiros), A Lã e a Neve, A Curva da Estrada, A Missão ou O Instinto Supremo, entre outras, além da literatura de viagens: Pequenos Mundos e Velhas Civilizações e A Volta ao Mundo, realizada em 1939. Foi por duas vezes proposto para Prémio Nobel de Literatura, por instâncias internacionais. As Maravilhas Artísticas do Mundo, uma longa viagem pela História da Arte publicada entre 1959 e 1963, foi premiada pela Academia de Belas Artes de Paris. Também em França, obteve, em 1970, o primeiro Prémio Águia de Oiro, do Festival Internacional do Livro de Nice, atribuído por um júri internacional de escritores, presidido por Isaac Bashevis Singer. No ano seguinte, receberia, com Jorge Amado e Eugenio Montale, o Prémio da Latinidade.

Nascido numa aldeia do concelho de Oliveira de Azeméis, escreveu grande parte da sua obra em Sintra, onde está sepultado, na Serra, numa vereda que conduz ao Castelo dos Mouros.

 

 

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Casa-Museu de Leal da Câmara

 

PLANEAR A VISITA:

Durante a Futurália a entrada é gratuita para visitas de estudo

Email:  museu.lcamara@cm-sintra.pt (reservas)

A Casa-Museu de Leal da Câmara está instalada na moradia onde Mestre Leal da Câmara viveu desde 1930 até à sua morte, ocorrida em 1948.

O edifício fora outrora pertença de Sebastião José de Carvalho e Melo, Marquês de Pombal, detendo nessa altura a função de entreposto de muda de cavalos situado entre a Quinta da Granja do Marquês (Terrugem, Sintra) e o Palácio de Oeiras.

No século XIX funcionou como Hospital de Campanha das tropas portuguesas durante as Invasões Francesas. Incorporada na Câmara Municipal de Sintra em 1965, por morte da doadora e viúva do Mestre, desde essa data a Casa-Museu vem prestando à população um serviço cultural único onde se evidenciam as vivências do artista.

O edifício onde está sedeado o Núcleo dos Saloios da Casa-Museu de Leal da Câmara deve o seu projeto, primeiro, a Jorge Segurado que, em 1919, concebe um imóvel para albergar o Museu Etnográfico Português a implantar na Flandres, e depois a Leal da Câmara que o remodela como Escola Primária. Desde 21 de Julho de 2003 funciona ali um espaço onde se exibem as coleções saloias do artista. Coleções / Patrimónios: pintura, mobiliário, caricatura, desenho, tecidos, cerâmica. Arquivo fotográfico e de correspondência e documentação. Azulejos.

 

 

Museu Historia Natural Museus Historia NaturalCATEGORIA

Museu de História Natural de Sintra

 

PLANEAR A VISITA:

Durante a Futurália a entrada é gratuita para visitas de estudo

Email:  museu.hnatural@cm-sintra.pt (reservas)

O Museu de História Natural de Sintra localiza-se em pleno Centro Histórico da Vila Velha de Sintra, na Rua do Paço, num edifício do século XIX, mais concretamente de 1893. Nele, está patente ao público uma exposição de longa duração, cuja génese deu-se nas mãos do colecionador Miguel Barbosa e de sua mulher, Fernanda Barbosa, os quais, durante cerca de 50 anos, reuniram um acervo único composto por milhares de fósseis de valor cultural e científico incalculável.

Este Museu conta, para além da Sala de Exposição Permanente, com uma Sala de Exposições Temporárias preparada para receber mostras e eventos diversos, com uma Reserva e Laboratório para o tratamento e estudo das peças, com um pequeno Serviço de Documentação especializado e ainda uma Loja. O espaço expositivo tem uma apresentação dinâmica, recorrendo a conceções de mobiliário e equipamento assentes na modernidade, jogando, ainda, com o recurso às novas tecnologias. O Serviço Educativo tem como ponto de partida a exposição permanente para “contar uma história” que começa com a formação da Terra Primitiva e as mutações que esta sofreu ao longo de milhões de anos no decorrer das diferentes Épocas Geológicas, desde o Pré-Câmbrico ao Quaternário, mostrando toda a evolução da vida através das Coleções Municipais de Paleontologia, Mineralogia, Malacologia e Petrografia oriundas das mais diversificadas partes do mundo.

A constituição deste estabelecimento museológico, inaugurado em Agosto de 2009, teve e tem por base os milhares de peças de enorme importância científica que o Colecionador Miguel Barbosa e a sua mulher reuniram ao longo de décadas e que, em boa hora, doaram ao Município de Sintra. A unidade conta com diversas valências, as quais estão à disposição do público para fruição do mesmo, explorando as vertentes lúdica e didática. Com a criação desta unidade, Sintra conta com mais um equipamento cultural de elevada qualidade e que colmatou, pela sua vocação e missão próprias, uma necessidade que se impunha e que era a de se dar um destino credível, adequado, digno e público às várias Coleções que são hoje pertença da Câmara Municipal de Sintra. Este é o quarto Museu de História Natural constituído na Região da Grande Lisboa, sendo, contudo, o mais moderno e o mais universal quanto à proveniência das suas peças, abrangendo estas todos os continentes da Terra. Destacam-se, de entre os mais de 10.000 fósseis do Museu, uma soberba Coleção de Trilobites e alguns exemplares raros e muito bem conservados de Dinossáurios. Também a grande beleza dos minerais com peças ainda em rocha, e outras isoladas e lapidadas –que são uma atração para o visitante, tanto nacional como estrangeiro. Na Coleção de Malacologia, salientam-se os Bivalves e alguns Gastrópodes, de proveniências diversas. Por fim, na Coleção de Petrografia, encontram-se representadas, não só as principais rochas do território nacional, como, igualmente, pela sua raridade e importância, as rochas provenientes do Espaço, os denominados meteoritos, com enfoque para o célebre Meteorito de Nantan (China), cujo impacto com a Terra vem já referenciado em documentos do século XVI.

É no Museu de História Natural de Sintra que se pode ver o holótipo,  espécime tipo, Barbosannia Gracillirostris. Esta nova espécie e género de pterossauro deve o seu nome científico a Miguel Barbosa, pois foi ele que trouxe até ao mundo científico este exemplar fóssil o qual foi estudado na Alemanha, no  Staatliches Museum für Naturkunde Karlsruhe, através de uma parceria estabelecida entre a Edilidade e o referido Museu.

Este Museu, que se quis moderno, apelativo funcional, didático e cientificamente atuante está, desde a sua inauguração (a 1 de Agosto de 2009), à inteira disposição de todos os interessados.

 

 

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MU.SA – Museu das Artes de Sintra

 

PLANEAR A VISITA:

Durante a Futurália a entrada é gratuita para visitas de estudo

Email: dcul@cm-sintra.pt (reservas)

 

O MU.SA é um museu que nos propõe uma viagem pela arte figurativa existente na Coleção Municipal de Arte Contemporânea, através da pintura e da escultura produzidas por artistas portugueses e estrangeiros residentes em Portugal, mas não só: tem uma programação polivalente e plural, com obras de arte com temas e técnicas diferenciadas de autores de várias gerações, e trabalhos de artistas marcantes no panorama concelhio, nacional e internacional.

Este espaço museológico, que se encontra no antigo Casino, junto ao Centro Cultural Olga Cadaval, tem ainda uma zona para fotografia, uma Livraria Municipal e uma Galeria Municipal onde são apresentadas exposições temporárias de artistas nacionais e estrangeiros.

 

 

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Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas

 

PLANEAR A VISITA:

Durante a Futurália a entrada é gratuita para visitas de estudo

Email: divulgacao-masmo@sintraquorum.pt (reservas)

O Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas remonta, nas suas origens, a meados do século XVI. Nessa época e por iniciativa de alguns eruditos, entre os quais se terá destacado Francisco d´Ollanda, começou-se a juntar, em torno da ermida local, uma importante coleção de inscrições romanas oriundas dos campos e aldeias circundantes. Em 1955 e após vários séculos de abandono, entendeu a Câmara Municipal de Sintra construir ali uma pequena casa que abrigasse tão significativos monumentos, procedendo ainda à escavação arqueológica e valorização turístico-cultural das ruínas romanas adjacentes.

Hoje a coleção lapidar atinge mais de quatrocentas peças, às quais se vêm a somar muitas outras – largos milhares – de diversa tipologia, entre moedas, objetos cerâmicos, líticos, metálicos, osteológicos, etc.. A exposição do novo Museu articula-se em torno de duas áreas distintas, embora complementares: (a) a Seção Epigráfica, que abrange algo mais de dois milénios, desde a época etrusca à Idade Moderna, com especial menção para o conjunto de lápides romanas, reconhecidamente um dos mais importantes da Península Ibérica; e (b) a Seção Arqueológica, que reúne muitos milhares de peças exumadas nas numerosas estações arqueológicas do Termo de Sintra, desde o Paleolítico Médio ao século XVIII, destacando-se, pelo seu especial significado, os núcleos neolíticos, calcolíticos e da época romana.

O acervo do Museu Arqueológico de São Miguel de Odrinhas é composto maioritariamente por coleções de arqueologia provenientes, quase na totalidade, das diversas estações arqueológicas existentes no Concelho de Sintra.

 

 

Museu-Nacional-de-História-Natural-e-da-CiênciaCATEGORIA

Visita de estudo a Museu

Museu Nacional de História Natural e da Ciência

 

Local:

Rua da Escola Politécnica, nº 56 – 58

1250-102 Lisboa

geral@museus.ulisboa.pt | 213921808

http://www.museus.ulisboa.pt

 

Preços:

Visitas Livres s/ Orientação durante a semana 1€/pax e ao fim de semana 2€/pax

Visitas Orientadas para grupos até 25 alunos, durante a semana €2/pax e ao fim de semana €3/pax (os professores que acompanham o grupo têm entrada gratuita

 

Planear a visita:

– Todos os grupos superiores a 10pax necessitam marcação prévia obrigatória;

– Duração da visita orientada de 1h30;

– Os grupos devem fazer-se acompanhar de ficha de inscrição visita de Estudo Futurália ou respetivo bilhete de entrada e do e-mail de confirmação reserva enviado ao MUHNAC;

– Qualquer desmarcação com menos de 48 horas de antecedência, obriga a um pagamento mínimo obrigatório correspondente a 15 pessoas por atividade marcada.

 

Sinopse

O Museu Nacional de História Natural e da Ciência da Universidade de Lisboa é um espaço de educação, ciência e cultura, no coração da cidade.

O Museu tem origem no Real Museu de História Natural e Jardim Botânico da Ajuda, criados no século XVIII, embora este espaço já albergasse instituições de ensino desde o século XVII. O Museu inclui lugares repletos de história, espaços de grande interesse histórico-científico e o Jardim Botânico, que é monumento nacional.

Destacam-se, entre outros, o Laboratorio Chimico, o Observatório Astronómico e o antigo Picadeiro do Colégio dos Nobres. Os seus acervos incluem importantes coleções de história natural e de história da Ciência. Para além de várias exposições, os visitantes encontrarão um largo conjunto de atividades, visando estimular a curiosidade e a compreensão sobre a Natureza e a Ciência.